Novas regras para o gás natural

Em 2016 houve uma redução significativa do consumo de gás natural comparado com 2015 no Brasil. Em alguns meses a redução chegou a mais de 30%. Comparando com o consumo de energia elétrica para as classes comercial e industrial foi menos significativa. Em setembro de 2016, a queda do setor industrial dos últimos 12 meses foi de 0,4%, por exemplo. Por outro lado, houve um aumento do consumo de energia elétrica nas residências. Com esse cenário, o setor de gás natural busca novas regras para o setor. Continue lendo “Novas regras para o gás natural”

Projeto mapeou 1,5 milhão de telhados no RJ para avaliar a geração de energia fotovoltaica

Um estudo inédito no Rio de Janeiro mapeou 1,5 milhão de telhados e mostrou que o potencial de geração fotovoltaica nestas áreas é maior que o consumo residencial da capital. Ou seja, se cada residência ou um conjunto de residências, através de uma cooperativa ou consórcio como previsto na Resolução Normativa nº 687 da Aneel, instalassem painéis fotovoltaicos para geração própria de energia acopladas no sistema de distribuição da Light, os consumidores não pagariam mais pela energia consumida. Continue lendo “Projeto mapeou 1,5 milhão de telhados no RJ para avaliar a geração de energia fotovoltaica”

Investimentos em eficiência energética são mais baratos que na geração de energia

Investir em projetos de eficiência energética é uma ação ganha-ganha para consumidores e para a maioria dos setores industriais e comerciais. Imagine um consumidor substituindo sua geladeira antiga por uma nova certificada com o selo do Procel, com uma redução de pelo menos 20% no consumo de energia. O retorno do investimento vem com o tempo dependendo do valor da geladeira e redução na conta de energia. Para a indústria e comerciantes é uma oportunidade de movimentar a economia. As geladeiras antigas são recicladas para a fabricação das novas, dentro de um ciclo fechado de produção. Imagine a economia do consumo de energia que isso traria estendendo para motores, lâmpadas, caldeiras, sopradores de ar, equipamento de ar comprimido, entre outros. Isso evitaria ou retardaria a construção de novas usinas de geração de energia. Segundo dados da ABESCO (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia) o ganho de 10% de eficiência no setor elétrico até 2030 (meta assumida pelo governo brasileira na COP21), reduziria em 42% o investimento para ampliação da capacidade de geração de energia. Continue lendo “Investimentos em eficiência energética são mais baratos que na geração de energia”