Investimentos em eficiência energética são mais baratos que na geração de energia

Investir em projetos de eficiência energética é uma ação ganha-ganha para consumidores e para a maioria dos setores industriais e comerciais. Imagine um consumidor substituindo sua geladeira antiga por uma nova certificada com o selo do Procel, com uma redução de pelo menos 20% no consumo de energia. O retorno do investimento vem com o tempo dependendo do valor da geladeira e redução na conta de energia. Para a indústria e comerciantes é uma oportunidade de movimentar a economia. As geladeiras antigas são recicladas para a fabricação das novas, dentro de um ciclo fechado de produção. Imagine a economia do consumo de energia que isso traria estendendo para motores, lâmpadas, caldeiras, sopradores de ar, equipamento de ar comprimido, entre outros. Isso evitaria ou retardaria a construção de novas usinas de geração de energia. Segundo dados da ABESCO (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia) o ganho de 10% de eficiência no setor elétrico até 2030 (meta assumida pelo governo brasileira na COP21), reduziria em 42% o investimento para ampliação da capacidade de geração de energia. Continue lendo “Investimentos em eficiência energética são mais baratos que na geração de energia”

A eficiência energética é um dos grandes desafios da indústria civil

Uma pesquisa do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) mostra que a construção civil consome 40% da energia global e por 30% das emissões de gases de efeito estufa. Isto coloca o setor um grande desafio para transformar processos para reduzir o consumo de energia para baratear o custo das construções e evitar a emissão de gases do efeito estufa para proteger o meio ambiente.

No Brasil, 94% dos entrevistados declararam dar mais atenção à eficiência energética e que 82% estão antecipando investimentos para melhorar a eficiência do uso de energia e em energia renovável para os próximos 12 meses. Continue lendo “A eficiência energética é um dos grandes desafios da indústria civil”