A importância da ISO 50.001 no aumento do lucro operacional das empresas

Energia elétrica é um dos principais insumos da indústria e comercio. Em alguns casos, o gasto com energia elétrica só perde para os gastos com pessoal. Qualquer variação no custo ou aumento de consumo de energia acabam impactando, diretamente, o resultado operacional das empresas. Neste contexto, evidencia-se a importância de uma gestão energética nas empresas para evitar o desperdício de energia. A norma ISO 50.001 estabelece diretrizes para a gestão de energia e serve como guia para busca da eficiência energética nas empresas e órgãos públicos. Continue lendo “A importância da ISO 50.001 no aumento do lucro operacional das empresas”

Chegou a hora de mudanças profundas no processo produtivo para economizar energia elétrica

A despesa com energia elétrica está entre os principais gastos das empresas. Por exemplo, na Mercedes-Benz está entre os dez principais insumos da cadeia produtiva. O desafio de muitas empresas é conhecer setorialmente o consumo de energia e priorizar ações otimização do consumo. Soluções de triviais como substituição de lâmpadas convencionais por LED, troca de motores e substituição de antigos equipamentos de ar condicionado já foram adotadas pela maior das empresas. Agora as mudanças devem ser mais profundas, contemplando a revisão do processo produtivo e a alocação de tarefas em horários de menor custo de energia. Continue lendo “Chegou a hora de mudanças profundas no processo produtivo para economizar energia elétrica”

Os paradigmas do arcabouço regulatório do setor elétrico

A energia tornou-se um elemento fundamental para a humanidade. Impossível pensar no mundo sem energia. Sem ela, anularíamos o progresso das últimas décadas e voltaríamos, no mínimo, a primeira revolução industrial. Nada mais natural que os governos adotem medidas regulatórias que assegurem o suprimento de energia e planejem novas fontes de energia para garantir o desenvolvimento econômico, funcionamento dos serviços existentes e melhor qualidade de vida para as pessoas. No passado, era sensato pensar em ter gigantescas fontes de energia para abastecer enormes comunidades, usando o argumento de economia de escala. As tecnologias disponíveis e baratas justificavam o uso do carvão, petróleo e água. Outras tecnologias foram incluídas, como energia nuclear, eólica, solar e biomassa. Para levar a energia produzida para as regiões de uso são utilizadas longas linhas de transmissão e depois distribuídas por sistemas de transmissão locais até a unidade consumidora. Este paradigma de produção, transmissão e distribuição ainda persiste até hoje. As agências reguladoras, como a Aneel, definem as regras de operação e definem políticas de expansão, desafiando as empresas do setor elétrico a buscarem alternativas para redução de custo. Ao que parece, o rápido crescimento do mercado que demanda cada vez mais energia, restrições de uso de recursos naturais escassos ou que destroem o planeta, e novas tecnologias de geração de energia distribuída tornaram o atual modelo do setor elétrico obsoleto, sendo necessário sua revisão. Continue lendo “Os paradigmas do arcabouço regulatório do setor elétrico”