Celesc usa programa de eficiência energética para subsidiar mil microusinas fotovoltaicas

Os consumidores residências de classe alta de Santa Catarina poderão adquirir um kit para montar uma microusina fotovoltaica por cerca de R$6.700, com subsidio de 60% do Programa de Eficiência Energética da Aneel. O sistema de 2,6 KWp é composto por 10 painéis fotovoltaicos e um inversor para uma geração estimada de 283,25 KWh. O sistema poderá economizar cerca de R$154,23 por mês na fatura de energia, com um retorno de investimento de aproximadamente 42 meses. Só poderão participar clientes que estiverem adimplentes com a Celesc, ter um perfil de consumo de 350 kWh/mês, uma área disponível no telhado de 20 metros quadrados, livre de sombreamento e com angulação e posição que viabilize a geração fotovoltaica. O investimento total da Celesc é de R$17 milhões, sendo 60% (R$11,3 milhões) do programa da Aneel. Continue lendo “Celesc usa programa de eficiência energética para subsidiar mil microusinas fotovoltaicas”

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Concessionárias de energia definem quais regiões terão crescimento econômico

A CPFL Paulista anunciou um investimento de R$8 milhões em Guariba (SP), cidade da região metropolitana de Ribeirão Preto, para ampliar a infraestrutura de fornecimento de energia elétrica. Esse investimento da CPFL representa 87,3% da receita de Guariba em 2016 (R$9,2 milhões), segundo o portal da transparência da cidade. A ampliação da capacidade de demanda de energia irá atrair novos investimentos para a construção de indústrias e fomentar o comércio, gerando novos empregos e melhorando a vida dos cidadãos que impulsionará o crescimento econômico da cidade. Sorte e sucesso para a população de Guariba. Entretanto, isso leva a uma reflexão: Como são definidos os investimentos das concessionárias de energia? Continue lendo “Concessionárias de energia definem quais regiões terão crescimento econômico”

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A incerteza das tarifas de energia elétrica e o impacto nos custos dos produtos

Para quem trabalha em melhoria contínua de processos sabe o esforço para reduzir custos de um digito percentual na operação. Agora imagine ter um insumo que pode variar de uma semana para outra em dois dígitos percentuais, fora do seu controle. Considere ainda que esse insumo é, em muitas empresas, o segundo custo depois da folha de pagamento. Pois é, o PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) registrou um aumento de 11% nos submercados do Sudeste/Centro-Oeste, Sul e Norte, de R$100,64/MWh para R$111,91/MWh, em média, válido para a semana de 4 a 10 de fevereiro de 2017. A justificativa é a piora na expectativa de chuvas. Segundo a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), a previsão de afluência para o SIN (Sistema Interligado Nacional) caiu de 77% para 74% da média histórica de fevereiro. Isso também sinaliza a mudança de bandeira tarifaria no curto prazo, elevando ainda mais os custos da indústria e comercio. Continue lendo “A incerteza das tarifas de energia elétrica e o impacto nos custos dos produtos”

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Microgrids melhor proteção contra ataques cibernéticos e desastres nas redes de energia

O filme Duro de Matar 4.0 mostra os efeitos de um ataque de hackers profissionais na cidade de Washington. Apesar do filme ter a dramatização hollywoodiana, é uma realidade que está cada vez mais próxima com o avanço e redução dos preços de acesso às tecnologias, incluindo softwares de negligência artificial. Infelizmente, as tecnologias das empresas não evoluem na mesma velocidade, tornando-os cada vez mais vulneráveis a ataques cibernéticos. Muitas vezes não basta instalar softwares de proteção, pois a arquitetura antiquada da infraestrutura é por si só vulnerável. Esse cenário se aplica aos sistemas de energia elétrica, incluindo os dispositivos de proteção do sistema elétrico, como chaves seccionadoras, disjuntores, transformadores, reguladores de tensão, etc. Somando-se a isso, as mudanças das tecnologias no setor elétrico ainda não foram totalmente absorvida pelos técnicos, gerando riscos de operação e maiores brechas de segurança. Além disso, as mudanças climáticas estão gerando eventos imprevisíveis, que resultam consequências nas operações das infraestruturas públicas e empresariais. Diante deste cenário, uma alternativa para proteger é investir em ilhas de geração com distribuição local de energia, os microgrids. Continue lendo “Microgrids melhor proteção contra ataques cibernéticos e desastres nas redes de energia”

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Existe atratividade para a compra das distribuidoras da Eletrobrás?

A partir de uma nova orientação do governo, as estatais estão olhando mais para a sua rentabilidade e de seus acionistas do que atender a políticas de Estado. Nesta linha a Eletrobrás está colocando à venda suas distribuidoras de energia elétrica de Alagoas, Amazonas, Boa Vista (Roraima), Piauí e Rondônia. Está em curso a desestatização da Celg-D em Goiás após leilão vencido pela italiana ENEL em novembro de 2016, em lance único. A Eletrobrás decidiu não renovar os contratos de concessão de distribuição de energia e deverá manter a operação das distribuidoras até o final de 2017. Em 2015, as seis distribuidoras da Eletrobrás tiveram um prejuízo líquido de R$4 bilhões e a continuidade das operações depende de repasses do governo ou via tarifas. Neste cenário, será que existe atratividade para a compra das distribuidoras da Eletrobrás? Continue lendo “Existe atratividade para a compra das distribuidoras da Eletrobrás?”

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