blog

Microgrids melhor proteção contra ataques cibernéticos e desastres nas redes de energia

O filme Duro de Matar 4.0 mostra os efeitos de um ataque de hackers profissionais na cidade de Washington. Apesar do filme ter a dramatização hollywoodiana, é uma realidade que está cada vez mais próxima com o avanço e redução dos preços de acesso às tecnologias, incluindo softwares de negligência artificial. Infelizmente, as tecnologias das empresas não evoluem na mesma velocidade, tornando-os cada vez mais vulneráveis a ataques cibernéticos. Muitas vezes não basta instalar softwares de proteção, pois a arquitetura antiquada da infraestrutura é por si só vulnerável. Esse cenário se aplica aos sistemas de energia elétrica, incluindo os dispositivos de proteção do sistema elétrico, como chaves seccionadoras, disjuntores, transformadores, reguladores de tensão, etc. Somando-se a isso, as mudanças das tecnologias no setor elétrico ainda não foram totalmente absorvida pelos técnicos, gerando riscos de operação e maiores brechas de segurança. Além disso, as mudanças climáticas estão gerando eventos imprevisíveis, que resultam consequências nas operações das infraestruturas públicas e empresariais. Diante deste cenário, uma alternativa para proteger é investir em ilhas de geração com distribuição local de energia, os microgrids.Continue a ler »Microgrids melhor proteção contra ataques cibernéticos e desastres nas redes de energia

Existe atratividade para a compra das distribuidoras da Eletrobrás?

A partir de uma nova orientação do governo, as estatais estão olhando mais para a sua rentabilidade e de seus acionistas do que atender a políticas de Estado. Nesta linha a Eletrobrás está colocando à venda suas distribuidoras de energia elétrica de Alagoas, Amazonas, Boa Vista (Roraima), Piauí e Rondônia. Está em curso a desestatização da Celg-D em Goiás após leilão vencido pela italiana ENEL em novembro de 2016, em lance único. A Eletrobrás decidiu não renovar os contratos de concessão de distribuição de energia e deverá manter a operação das distribuidoras até o final de 2017. Em 2015, as seis distribuidoras da Eletrobrás tiveram um prejuízo líquido de R$4 bilhões e a continuidade das operações depende de repasses do governo ou via tarifas. Neste cenário, será que existe atratividade para a compra das distribuidoras da Eletrobrás?Continue a ler »Existe atratividade para a compra das distribuidoras da Eletrobrás?

O fator de risco das distribuidoras de energia no crescimento do país

Uma concessionária de distribuição de energia é o elo de conexão do sistema de geração de energia com a unidade consumidora. A distribuidora compra energia do mercado através de leilões e revende para os consumidores cativos (residenciais, pequenas e médias empresas não elegíveis ao Mercado Livre). Também, presta serviço de conexão ao sistema elétrico para as empresas que compram energia diretamente das fontes geradoras, usando a regulamentação do Mercado Livre que torna elegível empresas com demandas acima de 500kW. A distribuidoras também alugam espaço nos postes de transmissão para empresas de serviços de telecomunicações e de canais de assinatura. Esse modelo de negócio está se mostrando vulnerável e colocando um fator de risco para os consumidores, tanto cativos como do mercado livre (ACL – ambiente de contratação livre).Continue a ler »O fator de risco das distribuidoras de energia no crescimento do país

A prioridade é assumir o controle dos custos de energia elétrica nas empresas

É desanimador depois de fazer investimentos e trabalhar duro para melhorar a eficiência energética na empresa ser surpreendido com a notícia de um aumento de 9% nas contas de energia para cobrir uma indenização bilionária do governo com às concessionárias de transmissão de energia elétrica. O assunto ainda precisa passar por audiência públicas, porém é certo que teremos até 2024 aumentos na tarifa de energia elétrica, variando de região para região, para cobrir cerca de R$65 bilhões devidos às transmissoras de energia por investimentos anteriores a 2000. Maior desalento é saber que cerca de R$35 bilhões se referem à atualização do valor por atraso no pagamento. A lição que aprendemos é temos que investir em uma estratégia para blindar os custos de energia, mesmo que no primeiro momento fique mais caro, para assumir o controle de custos. A incerteza é o pior cenário.Continue a ler »A prioridade é assumir o controle dos custos de energia elétrica nas empresas

A qualidade da energia é um obstáculo para a Indústria 4.0 no Brasil

A robotização extrema é a saída da indústria do ocidente concorrer com os baixos custos de mão de obra do oriente. A onda protecionista americana, com a chegada de Donald Trump, só terá sucesso com a introdução da Industria 4.0, a chamada quarta revolução industrial, nas fábricas nos Estados Unidos. A Indústria 4.0 permite a produção em massa de produtos personalizados, o que muda o paradigma de Henry Ford e das atuais fabricas. A retomada da industrialização do Brasil, se optarmos por uma estratégia inteligente, deverá ser baseada na Industria 4.0. Para isso é fundamental o fornecimento de energia de qualidade para os robôs e sistemas de automação, um desafio que devemos superar.Continue a ler »A qualidade da energia é um obstáculo para a Indústria 4.0 no Brasil

Incentivo a troca de motores elétricos e revisão na curva de carga

A energia pode representar 40% dos custos de produção, sendo um insumo estratégico para as indústrias. Existem vários estudos e parâmetros de devem ser monitorados para garantir o uso eficiente de energia. As mudanças tecnológicas e novas programações de produção podem mudar o projeto elétrico realizado na instalação da linha de produção. Uma preocupação constante é manter o fator de potência dentro dos parâmetros da legislação, atualmente em 0,92. Outro aspecto importante é a monitoração da curva de carga.Continue a ler »Incentivo a troca de motores elétricos e revisão na curva de carga

Brasil é o quarto país no mundo com mais projetos de LEED

Segundo o GBC, Green Building Council Brasil, é o quarto no ranking de países com mais projetos registrados e certificados com LEED, Leadership in Energy and Environmental Design, mostrando a adesão dos construtores a projetos sustentáveis e energeticamente eficientes. Mais ainda, existe uma aceitação pelo mercado de prédios verdes. São 1.224 projetos registrado no Brasil, em todos os estados, exceção de Tocantins, representando 7,34 milhões de metros quadrados de edificações certificadas e 30,97 milhões de metros quadrados registrados e certificados.Continue a ler »Brasil é o quarto país no mundo com mais projetos de LEED

Projetos de Eficiência Energética tornam-se estratégicos devido ao comprometimento da expansão de geração no país.

Segundo relatório de fiscalização da Aneel, 58,9% dos novos projetos de geração térmica não entrarão em operação no prazo previsto. As obras que deveriam gerar 4.831 MW estão paradas e com baixa viabilidade de entrar em operação. Isso significa que aumenta o risco de falta de energia no período seco e se formos assolados por outra crise hídrica de grandes proporções nos próximos anos. As alternativas para as empresas são investimentos em projetos de eficiência energética e geração distribuída.Continue a ler »Projetos de Eficiência Energética tornam-se estratégicos devido ao comprometimento da expansão de geração no país.

Projetos de iluminação e refrigeração mais eficientes

A energia elétrica representa o segundo maior custo operacional em alguns supermercados, superando o aluguel e ficando atrás da folha de pagamento dos funcionários, segundo a Abras (Associação Brasileira de Supermercado). Isto motivou as empresas de varejo a desenvolverem projetos de eficiência energética, principalmente em iluminação e refrigeração.Continue a ler »Projetos de iluminação e refrigeração mais eficientes